Eu sonho com o dia em que todos iremos lá para fora.
Iremos falar e olhar nos olhos uns dos outros, sairemos sem telemóveis, incontactáveis e verdadeiros, seremos singulares, felizes e incógnitos, realizados com a realidade seremos amigos dos amigos.
Falaremos com quem nos ouve sobre o que somos, não o que não somos.
Sem nada para fazer, aborrecidos, podemos apreciar uma paisagem ouvindo o nosso pensamento e tudo o que a natureza tem para nos oferecer sem a interferência do excesso supérfluo.
Ora isto meus caros, é o passado.
Já lá não vamos.
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